No meio do nevoeiro muitas coisas se confundiam, unido-se tempos em momentos onipresentes, com um torpor circundante em delírios que podiam simplesmente atravancá-la num estado mental inexistente. Mas se era vida, e vivia, levando consigo um tanto de todas essas coisas, um tanto de tudo, era também um misto confuso de pequena célula vivente em Gaia, e talvez em Gaia tenha se perdido para nunca mais achar. Quem disse que gostaria de ser encontrada? São infindas as possibilidades desse universo pagão e profundo que se encontrava. As delicadezas e nuances corrompidas do peito delinearam novos olhares e possibilidades antigamente adjacentes as escolhas corretas...
O mundo não irá acabar, mas certamente, boa parte dele hoje, se encerrava nela.
E era com sonhos e sem sonhos que seguia dando procedimento aos inúmeros acontecimentos da vida. Hora as coisas lhe pareciam fáceis e simples, ora tudo soava confuso, meio eloquente, meio dilacerante. Porque era difícil aguentar todos os acontecimentos da vida. A vida ás vezes lhe feria tão doidamente que ela tentava externar, mas não conseguindo deglutia, até que seu estômago pifasse em profanas indigestões.








